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    roubaremos

    agadanhado | adj.

    Ferido com o gadanho ou com as unhas....


    furtivo | adj.

    Feito de forma oculta....


    antirroubo | adj. 2 g. 2 núm.

    Diz-se de mecanismo ou objeto que pretende impedir o roubo....


    gamado | adj.

    Que se gamou....


    Disposição para roubar; intenção de furtar....


    clepto- | elem. de comp.

    Exprime a noção de roubo ou furto (ex.: cleptomania)....


    arrastão | n. m.

    Esforço para arrastar....


    arrebanho | n. m.

    Operação agrícola que consiste em colocar na retaguarda do timão do arado uma vassoura que aplana os camalhões e cobre as sementes, à medida que o arado vai abrindo regos na terra....


    fajardo | n. m.

    Pessoa que rouba ou furta, geralmente de forma engenhosa....


    garfada | n. f.

    Ato de colher com o garfo....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
    Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


    Quando se estuda a nomenclatura das substâncias químicas orgânicas, usam-se os prefixos et-, met-, prop- e but- para definir ou restringir certas características de tais substâncias. De onde vieram esses prefixos? Seriam latinos? Quais seriam os significados originais ou literais deles?