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    refinado

    bizarro | adj.

    Que se destaca pela postura, distinção, elegância (ex.: porte bizarro)....


    lepto- | elem. de comp.

    Exprime a noção de delgado, fino, miúdo (ex.: leptodonte)....


    lampante | adj. 2 g.

    Diz-se do azeite virgem de qualidade inferior, com grau de acidez elevado e geralmente destinado a refinação....


    mascavado | adj.

    Não refinado (ex.: açúcar mascavado)....


    refinado | adj.

    Que se refinou; puro; claro; transparente....


    superfino | adj.

    Muito fino (ex.: farinha superfina)....


    charro | adj. | n. m.

    Que não tem delicadeza ou refinamento....


    mascavo | n. m. | adj.

    Que não é refinado (ex.: açúcar mascavo)....


    leptina | n. f.

    Proteína produzida pelas células adiposas, com funções na regulação do apetite e no armazenamento de gordura....


    costado | n. m. | adj.

    Refinado, nobre....


    refinaria | n. f.

    Fábrica de refinação....


    refino | n. m. | adj.

    Ato ou efeito de refinar....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a diferença entre lesar e lesionar?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?