Pesquisa nas Definições por:

    pilotando-te

    cockpit | n. m.

    Compartimento de um avião destinado ao piloto ou aos pilotos....


    brevê | n. m.

    Diploma de piloto de avião....


    brevete | n. m.

    Diploma de piloto de avião....


    jacumã | n. m.

    Pequeno remo que serve de leme nas canoas....


    capilota | n. f.

    Tareia; sova; pilota....


    cosmonauta | n. 2 g.

    Piloto ou viajante de um engenho espacial....


    nacela | n. f.

    Moldura côncava na base de uma coluna....


    habitáculo | n. m.

    Habitação pequena e acanhada....


    pilotagem | n. f.

    Arte ou profissão de piloto....


    monolugar | adj. 2 g. 2 núm. n. m.

    Que ou veículo que tem um só lugar (ex.: avião monolugar; barco monolugar; o piloto teve problemas no seu monolugar). [Equivalente no português do Brasil: monoposto.]...


    kamikaze | n. m. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Avião carregado de explosivos, empregado pelos japoneses em ataques suicidas no fim da Segunda Guerra Mundial e pilotado por um voluntário....


    carlinga | n. f.

    Encaixe na sobrequilha para receber a extremidade do mastro....


    cabine | n. f.

    Pequeno compartimento nos navios mercantes....


    cabina | n. f.

    Pequeno compartimento nos navios mercantes....


    arremeter | v. intr. | v. tr.

    Atacar com ímpeto....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?