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neerlandês

armão | n. m.

Peça a que se prende a lança de uma viatura de tracção animal....


arinque | n. m.

Cabo que prende a bóia à âncora....


ouringue | n. m.

O mesmo que arinque....


afrikaans | n. m. | adj. 2 g.

Língua de base neerlandesa que é, juntamente com o inglês, língua oficial da África do Sul....


africanse | n. m. | adj. 2 g.

Língua de base neerlandesa que é, juntamente com o inglês, língua oficial da África do Sul....


papiamento | n. m.

Língua crioula de base espanhola e portuguesa, com influência neerlandesa, falada nas Caraíbas, em especial em Aruba e Curaçau....


corfebol | n. m.

Modalidade desportiva em que duas equipas com oito jogadores, quatro de ambos os sexos, devem introduzir uma bola num cesto sem tabela, colocado no cimo de um poste de 3,5 metros de altura....


colza | n. f.

Variedade de couve (Brassica napus) que serve de forragem e de cuja semente se extrai óleo usado na produção de combustíveis....


curaçau | n. m.

Licor feito de casca de laranja amarga....


risdale | n. m.

Antiga moeda de prata usada na Europa Central e do Norte....


flamengo | adj. | n. m.

Variedade do neerlandês falada na Bélgica....


godé | n. m.

Pequena tigela usada para desfazer a tinta, nomeadamente de aguarela ou guache....


golfe | n. m.

Desporto de origem escocesa que consiste em meter uma bola numa série de 18 (ou 9) buracos sucessivos distribuídos num vasto terreno....


neerlandês | adj. | n. m.

Relativo ou pertencente aos Países Baixos ou à Neerlândia....


pólder | n. m.

Região baixa e plana, pantanosa ou conquistada ao mar e protegida por diques, característica dos Países Baixos....


zuarte | n. m.

Pano azul ou preto de algodão....


bosquimano | n. m. | adj.

Indivíduo dos bosquimanos, grupo de indígenas do Sul de África....


espeque | n. m.

Peça de madeira com que se escora alguma coisa....


| n. m.

Lado de onde sopra o vento....



Dúvidas linguísticas



Ao utilizar o vosso dicionário, obtive o seguinte resultado para a palavra amoníaco: do Lat. ammoniacu < Gr. ammoniakón s. m., gás incolor, de cheiro intenso, sabor acre e com efeitos lacrimogéneos; gás composto de azoto e hidrogénio, que se encontra na urina e nas matérias em decomposição. A partir de lacrimogéneos obtive: masc. plu. de lacrimogéneo, do Lat. lacrima + Gr. gen, r. de gígnomai, gerar. No entanto a palavra lacrimogéneo não aparece no vosso dicionário, mas sim lacrimogénio (com i em vez de e): adj., que provoca ou produz lágrimas; que faz chorar. Assim, gostaria de saber se existem as duas formas ou se uma se encontra errada.
Como muito bem observou, a informação disponibilizada não é coerente. De facto, não se pode dizer que a forma lacrimogénio seja errada, mas, sendo possível, é uma variante de lacrimogéneo, menos usada e praticamente não registada em dicionários e vocabulários de língua portuguesa.

O DPLP deveria ter registado a entrada lacrimogéneo (e lacrimogénio, a ser registado, deveria remeter para lacrimogéneo, sendo esta última a forma preferencial).




Em https://www.flip.pt/Duvidas.../Duvida-Linguistica/DID/777 vocês concluem dizendo "pois trata-se de uma oração subordinada condicional, introduzida pela conjunção se". Nesse caso, pelas mesmas regras ali expostas, não teria de ser "pois se trata"? O "pois" não atrai nunca próclise?
No português europeu, a conjunção pois não é geralmente um elemento desencadeador de próclise (posição pré-verbal do pronome pessoal átono, ou clítico), a qual, como se referiu na resposta à dúvida posição dos clíticos, está associada a fenómenos gramaticais de negação, quantificação, focalização ou ênfase (vd. Eduardo RAPOSO et al. (orgs.), Gramática do Português, 1.ª ed., vol. II, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2013, pp. 2241-2242).


Pesquisas em corpora revelam que, na norma europeia, existem casos da conjunção pois com próclise (ex.: As despesas não aumentaram tanto como as receitas, pois se arredondaram em 26 811 contos) mas comprovam também que, estatisticamente, essa conjunção é mais usada com ênclise (posição pós-verbal do pronome pessoal átono), como na frase Em conclusão, as frases que nos enviou enquadram-se no contexto referido na alínea f), pois trata-se de uma oração subordinada condicional, introduzida pela conjunção se. Essa tendência é também corroborada pela seguinte afirmação de Ana Maria Martins, que se debruça sobre o tema na obra acima citada: «As orações explicativas introduzidas por pois (cf. Caps. 34, 35 e 38) apresentam sempre colocação enclítica dos pronomes átonos (desde que a próclise não seja independentemente motivada) [...].» (vd. Eduardo RAPOSO et al. (orgs.), Gramática do Português, 1.ª ed., vol. II, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2013, p. 2299).


Na norma brasileira, dado que a tendência natural é para a colocação do pronome antes do verbo, tal como se afirma na resposta à dúvida amanhã: ênclise ou próclise?, o habitual é a conjunção pois ser mais usada com próclise (ex.: O resultado foi satisfatório, pois se conseguiu atingir o objetivo).


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