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    intrigo

    arquitecto | n. m.

    Pessoa que tem como profissão idealizar e projectar edifícios ou espaços arquitectónicos, podendo também dirigir a sua construção....


    arranjo | n. m.

    Acto ou efeito de arranjar....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    falatório | n. m.

    Ruído de muitas vozes simultâneas....


    meada | n. f.

    Porção de fios dobados....


    meandro | n. m.

    Sinuosidade; volta....


    xodó | n. m.

    Namoro....


    urdimaça | n. f.

    Enredo, intriga ou mexerico. (Mais usado no plural.)...


    enredadeira | n. f.

    Mulher dada a enredos e intrigas....


    invencionice | n. f.

    Extravagância; manha, astúcia; mentira; intriga....


    maranha | n. f.

    Fios embaraçados....


    pretoriano | adj. | n. m.

    Relativo ao pretor romano (ex.: autorização pretoriana; édito pretoriano)....


    urdidura | n. f.

    Acto ou efeito de urdir....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Quando num texto aparece um discurso directo, iniciado por travessão, de uma pessoa para outra, se a seguir essa mesma pessoa inicia outro discurso directo com uma terceira pessoa, sem nenhum discurso intermédio de ninguém, esse segundo discurso pode ser incluído no primeiro (aproveitando o travessão anterior) ou deve ser iniciada uma nova frase com outro travessão? Exemplo: - João, anda cá. Joana, vai para ali. ou - João, anda cá. - Joana, vai para ali.


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