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    Pesquisa nas Definições por:

    explorando

    | adv. | conj. coord.

    Neste instante (ex.: saia já daqui!)....


    De modo aviltado (ex.: foram aviltadamente explorados)....


    absentismo | n. m.

    Processo de exploração agrícola em que há um gerente ou feitor intermediário entre o cultivador e o proprietário ausente....


    bare | n. m.

    Vestígio da antiga exploração aurífera na Zambézia....


    bandeirismo | n. m.

    Conjunto de factos referentes à época das bandeiras ou de expedições destinadas a explorar o território brasileiro na época colonial....


    decadismo | n. m.

    Movimento artístico e filosófico do final do século XIX que pretendia afastar-se dos conhecidos processos de criação e explorar uma estética ligada à sensibilidade e ao inconsciente, através do individualismo e da evasão à realidade....


    empresa | n. f.

    Especulação industrial ou mercantil....


    facoscopia | n. f.

    Exploração subjetiva ou pessoal dos meios do globo ocular....


    falperra | n. f.

    Lugar infestado por salteadores....


    kibbutz | n. m.

    Herdade israelita de exploração coletiva....


    melose | n. f.

    Exploração com a sonda....


    psicanálise | n. f.

    Método de tratamento criado por Sigmund Freud que se baseia na exploração do inconsciente....


    scâner | n. m.

    Aparelho de deteção capaz de captar, graças a um dispositivo que opera por exploração, as radiações eletromagnéticas emitidas por superfícies extensas....


    entreguismo | n. m.

    Mentalidade ou prática de entregar os recursos naturais da nação para a exploração por outras nações ou por outras entidades internacionais....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?