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    Pesquisa nas Definições por:

    estralejava-lhes

    espirrote | n. m.

    Casca de pinheiro, que estraleja e salta quando arde....


    foguetada | n. f.

    Conjunto de foguetes que estralejam ao mesmo tempo ou são lançados simultâneamente....


    estrelejar | v. tr. e intr. | v. tr. e pron.

    Cobrir ou encher-se de estrelas....


    estralejante | adj. 2 g.

    Que estraleja ou que dá estalidos....


    estralejar | v. intr. | v. tr.

    Dar muitos estalos....


    foguete | n. m.

    Peça pirotécnica que, subindo alto, estraleja ou verte fogos de várias cores....


    fogo-do-ar | n. m.

    Peça ou conjunto de peças pirotécnicas que, subindo alto, estraleja ou verte fogos de várias cores....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.