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    espinheiro

    paliúro | n. m.

    Planta ramnácea chamada também espinheiro....


    espinheiro | n. m.

    Designação dada a diversas plantas, mais ou menos espinhosas, algumas espontâneas e cultivadas em Portugal, como o espinheiro-alvar....


    espinho | n. m.

    Toda a saliência aguda e picante que nasce do lenho, resultante da modificação de um ramo, de um pecíolo, de uma raiz, e que reveste certas plantas (ex.: árvore de espinhos)....


    espinha | n. f.

    Nome comum a todas as saliências ósseas alongadas do corpo humano....


    espino- | elem. de comp.

    Exprime a noção de espinha (ex.: espinocelular; espinocarpo)....


    Designação comum a duas espécies de arbustos da família das rosáceas, nativos da Europa, de madeira muito dura e bagas vermelhas....


    Planta mimosácea da família das leguminosas, encontrada no Brasil....


    Ave passeriforme (Phacellodomus inornatus) da família dos furnariídeos....


    Ave passeriforme (Phacellodomus maculipectus) da família dos furnariídeos....


    Ave passeriforme (Phacellodomus striaticeps) da família dos furnariídeos....


    Ave passeriforme (Anumbius annumbi) da família dos furnariídeos....




    Dúvidas linguísticas


    Em reconhecimento ao serviço público e gratuito de qualidade que vocês prestam, estou reportando um erro encontrado no vosso serviço de conjugação. No Subjuntivo, vocês têm "que eu fosse/que tu fosses..." e "se eu for/se tu fores...", quando o correto, visto noutro conjugador, é "se eu fosse/se tu fosses..." e "quando eu for/quando tu fores...".


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.