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    cubro-mo

    alazarado | adj.

    Como um lázaro; coberto de chagas....


    azebrado | adj.

    Coberto de azebre; zebrado....


    areado | adj.

    Coberto de areia....


    brincado | adj.

    Coberto de ornatos caprichosos, arrendado....


    chagado | adj.

    Coberto de chagas....


    coberto | adj.

    Tapado, resguardado....


    couché | adj. 2 g.

    Diz-se de um papel coberto por uma mais camadas de revestimento que lhe conferem um aspeto muito liso e brilhante....


    crivado | adj.

    Furado em muitas partes....


    cortiçado | adj.

    Forrado, coberto de cortiça....


    cuprino | adj.

    Relativo a cobre....



    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.