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    Pesquisa nas Definições por:

    cometermos

    Que tem cabeleira branca (falando-se de cometas)....


    errante | adj. 2 g.

    Que anda vagueando....


    recidivo | adj.

    Que torna a aparecer....


    perpetrante | adj. 2 g.

    Que comete um crime ou ato reprovável; que perpetra....


    comissivo | adj.

    Que resulta de uma ação voluntária....


    gafento | adj.

    Que costuma cometer gafes....


    mea culpa | loc.

    Expressão usada para lamentar alguma falta ou erro cometidos....


    Erro do criminoso em relação à pessoa contra a qual é cometido um delito....


    Palavras de Santo Agostinho, aludindo à falta cometida pelos nossos primeiros pais e da qual resultou a vinda do Redentor....


    Que foi ou está submetido a fideicomisso....


    Relativo a cometologia ou a tratado ou estudo sobre cometas....


    argolada | n. f.

    Pancada com argola ou aldraba da porta....


    compunção | n. f.

    Pesar de haver cometido ação má ou pecaminosa....


    conato | n. m.

    Intenção ou tentativa de delinquir ou cometer delito....




    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?