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beberdes

Relativo a energia (ex.: economia energética; fontes energéticas)....


frisante | adj. 2 g.

Que frisa; que vem a propósito....


isotónico | adj.

Que tem a mesma concentração molecular, e, por consequência, o mesmo poder osmótico....


marrado | adj.

Diz-se do vinho que se toldou na vasilha, tornando-se impróprio para beber....


molecular | adj. 2 g.

Que tem moléculas....


rabaceiro | adj.

Que gosta muito de fruta; que come fruta verde ou ordinária....


sóbrio | adj.

Que é moderado no comer, no beber, e em geral em todos os apetites sensuais....


sôfrego | adj.

Que come ou bebe com avidez....


bon vivant | loc.

Indivíduo jovial e apreciador das coisas boas da vida, sobretudo comida e bebida....


quod ore | loc.

Palavras que o sacerdote profere, na Missa Romana, ao esgotar o cálice, e são em linguagem popular empregadas substantivamente como pequena porção de comida ou bebida que se tomou ou vai tomar....


abrideira | n. f.

Pequena quantidade de bebida alcoólica que se toma ordinariamente antes da comida como aperitivo....


absinto | n. m.

Nome de algumas plantas asteráceas, amargas e aromáticas....


aluá | n. m.

Bebida não alcoólica, feita a partir da fermentação de farinha de arroz ou de milho, cascas de abacaxi, açúcar e sumo de limão....



Dúvidas linguísticas



Por que motivo algumas palavras fazem o diminutivo com S e outras com Z?
Entre os sufixos mais produtivos para a formação de diminutivos encontram-se -inho e -zinho. Desta forma, poderá, por exemplo, formar as palavras livrinho (livro + -inho) e livrozinho (livro + -zinho). Só poderá haver um -s- num diminutivo se a palavra primitiva já o contiver, pois não há, em português, um sufixo -sinho. Por exemplo, nas palavras adeusinho ou vasinho há um -s- porque as palavras são formadas de adeus ou vaso + -inho.



Tenho verificado a existência, ao longo do país , de repetição de topónimos; por exemplo: Trofa, Gondar, Bustelo. Qual é a etimologia dessas palavras?
Segundo o Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa (3.ª ed., Lisboa: Livros Horizonte, 3 vol., 2003), de José Pedro Machado, o topónimo Bustelo, muito frequente em Portugal e na Galiza, talvez seja diminutivo de busto ‘campo de pastagem’. Quanto a Gondar, o autor aventa a hipótese de provir de uma hipotética forma gótica (ou goda) Gunthi-harjis ‘exército para combate’. Por fim, o topónimo Trofa é de origem obscura.

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