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    apegos

    resmelengo | adj.

    Que resmunga ou murmura com mau humor....


    modernice | n. f.

    Qualidade do que é moderno....


    integrismo | n. m.

    Atitude de rejeição relativamente a qualquer alteração aos princípios de um sistema....


    chamego | n. m.

    Excitação, inquietação, agitação....


    filargíria | n. f.

    Apego excessivo ou sórdido ao dinheiro para o acumular....


    fixação | n. f.

    Acto ou efeito de fixar, de estabelecer: A fixação de uma data, de um preço....


    ritualismo | n. m.

    Apego ao ritual ou às cerimónias....


    ritualista | n. 2 g. | adj. 2 g.

    O que trata ou escreve acerca de ritos....


    telha | n. f.

    Peça de barro cozido com que se cobrem os telhados....


    tenacidade | n. f.

    Estado ou qualidade do que é tenaz....


    tineta | n. f.

    Opinião aferrada, mas errónea....


    apego | n. m.

    Apegamento....


    avareza | n. f.

    Apego excessivo ou sórdido ao dinheiro para o acumular....



    Dúvidas linguísticas


    Eu posso usar PLURAL para tempo? Exemplo: Fazem dois meses ou Faz dois meses?


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?