Pesquisa nas Definições por:

    ajunta-as

    Que supre ou serve de suplemento....


    bando | n. m.

    Grupo de pessoas para um fim comum....


    cainça | n. f.

    Ajuntamento de cães....


    concurso | n. m.

    Ajuntamento, afluência de pessoas....


    gaiatada | n. f.

    Ajuntamento de gaiatos....


    lacaiada | n. f.

    Ajuntamento de lacaios....


    mistão | n. m.

    Preparação gordurosa com que se cobre a chapa nos lugares em que a água-forte não deve tocar....


    turba | n. f. | n. f. pl.

    Grande ajuntamento de pessoas....


    assuada | n. f.

    Ajuntamento de pessoas para provocarem desordem ou delitos....


    coadunação | n. f.

    Ajuntamento de vários numa só coletividade ou de coisas num só todo....


    gataria | n. f.

    Ajuntamento de gatos....


    mosquiteiro | adj. | n. m.

    Relativo a mosquitos ou moscas (ex.: janela com tela mosquiteira)....


    onião | n. f.

    Alvoroço, motim, ajuntamento....


    ajunta | n. f.

    Ato de ajuntar....


    ajunto | n. m.

    Ajuntamento....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Qual é a distribuição dos usos de porque, porquê, por que e por quê?