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    achaco-mo

    Que sofre habitualmente de achaques ou de doença ligeira....


    mazelente | adj. 2 g.

    Que tem mazelas, achacado....


    pestivo | adj.

    Enfermiço; achacado....


    sonento | adj.

    Achacado ao sono; que tem sempre sono....


    mururu | n. m.

    Género de urticáceas do Brasil....


    macacoa | n. f.

    Doença pouco grave....


    maleita | n. f.

    Febre intermitente....


    achacoso | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que tem achaques....


    achacar | v. intr. e pron. | v. tr.

    Ter achaques; ficar doente....


    encangar | v. tr.

    Pôr a canga a; pôr à canga, jungir....


    camarçada | n. f.

    Sucessão de achaques ou de camarços....


    relógio | n. m.

    Instrumento que marca as horas....


    achaque | n. m.

    Ataque de doença habitual....


    cafife | n. m.

    Série de contrariedades ou de dificuldades....



    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?