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    Pesquisa nas Definições por:

    TOCAI-LHOS

    aferente | adj. 2 g.

    Que conduz ou leva....


    contíguo | adj.

    Que se toca por um lado....


    enquanto | conj.

    Indica duração em simultaneidade; durante o tempo em que (ex.: enquanto estive em casa, o telefone não tocou)....


    Que enternece, que toca, que sensibiliza....


    fácil | adj. 2 g. | adv.

    Que não custa a fazer; que se obtém ou se consegue sem grande trabalho (ex.: é fácil montar esse móvel; há instrumentos musicais mais fáceis de tocar)....


    firmado | adj.

    Tornado firme, estável, apoiado....


    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    mediato | adj.

    Que não toca, não se aproxima ou não se executa diretamente (por haver outro de permeio)....


    marulhado | adj.

    Que sofreu a fúria das ondas....


    musicante | adj. 2 g.

    Que toca ou canta música....


    tocado | adj.

    Em que se tocou....


    multitoque | adj. 2 g.

    Que permite detetar múltiplos toques com os dedos (ex.: ecrã multitoque)....


    Locução empregada em música, para indicar que o trecho pode ser tocado no movimento que mais agrade ao executante....


    ad libitum | loc.

    Locução empregada para indicar que o trecho pode ser tocado no movimento que mais agrade ao executante....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.