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    subas-to

    afogado | adj.

    Que sobe até ao pescoço (vestido)....


    altaneiro | adj.

    Que voa ou sobe a grande altura; que tem altanaria....


    subido | adj.

    Que subiu ou que se subiu (ex.: o decote ficou muito subido)....


    eurovisivo | adj.

    Relativo à Eurovisão ou ao seu festival da canção (ex.: o cantor sobe hoje ao palco eurovisivo; fãs eurovisivos; festa eurovisiva)....


    catádromo | adj.

    Que migra da água doce para o mar para a reprodução, por oposição a anádromo (ex.: espécie catádroma)....


    enchente | adj. 2 g. | n. f.

    Que enche ou está a encher....


    escada | n. f.

    Série de degraus pelos quais se sobe ou se desce. (Também usado no plural.)...


    reponta | n. f.

    Ponta que aparece novamente....


    trincheiro | n. m.

    Socalco ou degrau numa trincheira ou barreira para facilitar a subida ou descida....


    escorrega | n. m.

    Brinquedo constituído por uma prancha de superfície inclinada, para a qual se sobe através de umas escadas, por onde as crianças deslizam até chegarem ao solo....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o substantivo da família de estancar? No dicionário surge estancamento, no entanto encontro vários textos técnicos que referem estanqueidade. E estanquicidade, é a mesma coisa?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?