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    Pesquisa nas Definições por:

    SOCARAS

    pugilato | n. m.

    Luta com os punhos....


    punhada | n. f.

    Pancada com a mão fechada....


    soca | n. f.

    Designação vulgar do rizoma ou caule subterrâneo....


    socado | adj. | n. m.

    Que levou socos....


    socava | n. f.

    Túnel ou cova subterrânea....


    soco | n. m. | interj.

    Pancada com a mão fechada....


    caçula | n. f.

    Ato de socar ou moer milho a braços, no pilão....


    muqueta | n. f.

    Golpe dado com a mão fechada (ex.: sentou uma muqueta esquerda no adversário)....


    anagrama | n. m.

    Palavra ou frase feita com as letras de outra (ex.: as palavras asco, caos, cosa, saco, soca são anagramas de caso)....


    coca | n. f.

    Planta arbustiva (Erythroxylum coca), narcótica e alimentar....


    estereóbata | n. m.

    Soco ou suporte liso que sustenta uma coluna ou um edifício....


    murro | n. m.

    Pancada dada com a mão fechada....


    pilado | adj. | n. m.

    Que foi pisado ou moído no pilão (ex.: milho pilado)....


    pilão | n. m.

    Peça usada para triturar o conteúdo de um almofariz (ex.: envolva a massa num pano e bata com um pilão)....


    coca | n. f.

    Embarcação medieval ligeira, semelhante à fusta....


    cola | n. f.

    Apêndice posterior do corpo de alguns animais....


    coca | n. f.

    Ato ou efeito de cocar ou de estar à espreita....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?