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    Pesquisa nas Definições por:

    Repito

    araiané | interj.

    Expressão designativa de enfado causado pela repetição enfadonha de uma notícia há muito sabida....


    crebro | adj.

    Frequente; amiudado; repetido....


    e | conj. coord.

    Usa-se para ligar por coordenação constituintes ou frases (ex.: comprou uma camisa e uma saia; bandeira azul e branca; entrou e saiu)....


    fónico | adj.

    Relativo à voz ou ao som....


    Diz-se do eco que repete o som sete vezes....


    | adv. | conj. coord.

    Neste instante (ex.: saia já daqui!)....


    polífono | adj.

    Que repete os sons muitas vezes....


    portanto | conj.

    Logo; por consequência; por isso; em vista disso....


    Em que há repetição; que faz repetições....


    tampouco | adv.

    Usa-se para repetir ou reforçar uma negação; também não (ex.: não pretendo atacar, tampouco defender a teoria, apenas analisá-la)....


    novamente | adv.

    Usa-se para indicar que algo se repete; uma vez mais....


    recursivo | adj.

    Que se pode repetir até ao infinito....


    Para sempre, eternamente, sem fim à vista (ex.: é uma história que se repete ad aeternum)....




    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.