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    receios

    sobrosso | n. m.

    Medo, receio (ex.: com calma e sem sobrosso)....


    acrofobia | n. f.

    Receio patológico de lugares muito altos....


    estasiofobia | n. f.

    Receio patológico de não poder estar de pé....


    temor | n. m.

    Medo, receio; sentimento respeitoso....


    medo | n. m.

    Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaça, reais, hipotéticos ou imaginários....


    ciúme | n. m.

    Receio ou despeito de certos afetos alheios não serem exclusivamente para nós....


    costa | n. f. | n. f. pl.

    Parte da terra firme que emerge do mar ou por ele é banhada....


    fobia | n. f.

    Receio patológico persistente....


    todo | quant. univ. pron. indef. | adj. | n. m. | n. m. pl.

    De modo completo ou total (ex.: estamos de todo solidários; os receios ainda não estão de todo dissipados)....


    aerofobia | n. f.

    Receio patológico do ar ou do vento....


    Estado do espírito aflito e abatido por dor, pena, receio, etc....


    astenofobia | n. f.

    Receio patológico de enfraquecer ou de desmaiar....


    emetofobia | n. f.

    Receio patológico de vomitar....


    bacilofobia | n. f.

    Receio patológico de germes patogénicos....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra stress pode ser utilizada em português?


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?