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    rixamos-tas

    Que traz rixa ou ódio antigo contra alguém....


    rixento | adj.

    Que provoca rixas ou que se envolve nelas....


    rixoso | adj.

    Que provoca lutas; que se envolve em rixas....


    desgueiba | n. f.

    Questão, rixa, conflito....


    rinha | n. f.

    Briga de galos....


    rixa | n. f.

    Contenda ou disputa, acompanhada de injúrias e de pancadas....


    tenção | n. f.

    Ato da vontade pelo qual formamos um projeto....


    parlenda | n. f.

    Palavreado inútil ou entediante....


    retesia | n. f.

    Disputa; rixa; desordem; contenda....


    pega | n. f. | n. f. (PT) / n. m. (BR) | n. m.

    Ato de pegar....


    rixador | adj. n. m.

    Que ou o que é amigo de provocar rixas ou de tomar parte nelas....


    perrengue | adj. 2 g. n. 2 g. | n. m.

    Que ou o que tem medo....


    entender | v. tr. | v. intr. | v. pron. | n. m.

    Apossar-se do sentido de (o que ouvimos ou lemos)....


    triscar | v. intr.

    Ter rixa com alguém; brigar....


    rixar | v. intr.

    Ter rixas com alguém....


    reixar | v. intr.

    Ter rixas com alguém....



    Dúvidas linguísticas


    Eu posso usar a palavra amiguíssima? Recebi um texto de um autor desconhecido que contém esta palavra: "Mulheres, personalidades honradíssimas Temos nós, orgulho em tê-las. Mãe, amada, irmã... amiguíssimas Impossível não percebê-las. Desde as meigas, às extremistas, Não há quem possa vencê-las." Coloquialmente é errado falar/escrever esta palavra?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.