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    redamos-ta

    redada | n. f.

    Ato de redar por uma vez....


    arrendar | v. tr.

    Dar segunda sacha; voltar a cavar (ex.: arrendar a vinha)....


    rendar | v. tr.

    Dar segunda sacha; voltar a cavar (ex.: rendar o milho)....


    redar | v. tr.

    Tornar a dar (ex.: redar as cartas)....


    redar | v. intr.

    Lançar a rede....


    redar | v. tr.

    Cavar de novo, mas ligeiramente para tirar a erva (ex.: redar a vinha)....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Tenho uma dúvida em relação ao emprego ou não do hífen na palavra dessincronizar. A palavra escrita deste modo lê-se /de-ssin-cro-ni-zar/ e normalmente ouve-se pronunciar /des-sin-cro-ni-zar/. Ou seja, o prefixo des- normalmente não perde a sua autonomia quando pronunciado. Neste caso não se devia também usar o hífen? Ou será que o termo dessincronizado é normalmente mal pronunciado, separando-se os dois ss?