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    Pesquisa nas Definições por:

    QUESTIONARA-MA

    daí | contr.

    Usa-se para indicar a origem ou a proveniência de um local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: saímos daí ainda de madrugada)....


    quid juris | loc.

    Usa-se para questionar qual é a solução que dá o direito, a jurisprudência....


    quid novi | loc.

    Usa-se para questionar o que há de novidade....


    unde salus | loc.

    Expressão usada para questionar onde está a salvação, de onde virá a salvação ou o remédio....


    tema | n. m.

    Assunto, matéria....


    Passagem para a posição do tópico ou da parte do enunciado sobre a qual o resto do enunciado fornece informação ou que o resto do enunciado comenta ou questiona....


    Qualidade do que se pode questionar, do é questionável....


    seguidismo | n. m.

    Qualidade de quem segue ou é defensor incondicional de alguma ideia, teoria ou partido, sem nunca se questionar ou fazer juízos de valor....


    óbvio | adj. | n. m.

    Que salta à vista....


    quê | n. m. | pron. interr. | interj.

    Dificuldade, complicação (ex.: ainda há uns quês por resolver)....


    Qualidade do que não pode ser questionado, do é inquestionável....


    inconformista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a inconformismo....


    tópico | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo a lugar....


    liceidade | n. f.

    Qualidade do que é lícito (ex.: questionou a liceidade dos métodos usados)....


    atabular | v. tr. | v. intr.

    Estugar, apressar....


    autoquestionar | v. pron.

    Questionar-se a si mesmo (ex.: os candidatos não se autoquestionam nem questionam o sistema)....


    duvidar | v. tr. | v. intr.

    Ter (alguma coisa) em dúvida....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.