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    Pesquisa nas Definições por:

    MALOGRAREM

    favado | adj.

    Que se gorou; que teve resultado negativo....


    frustrado | adj.

    Que não produziu efeito....


    gorado | adj.

    Que se gorou (falando-se do ovo)....


    fiasco | n. m.

    Resultado desastroso, desfavorável ou negativo de uma empresa ou tentativa....


    aborto | n. m.

    Ato ou efeito de abortar....


    sucesso | n. m.

    Aquilo que sucede, que acontece (ex.: não é possível esquecer os trágicos sucessos que marcaram esse ano)....


    abortado | adj. | adj. n. m.

    Que não nasceu ou não chegou ao fim do seu desenvolvimento....


    goro | adj.

    Que se gorou (falando-se do ovo)....


    aguar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Molhar com água ou outro líquido (ex.: tem de aguar estas plantas, se não secam)....


    favar | v. intr.

    Não ter êxito....


    frustrar | v. tr. | v. pron.

    Privar (a outrem) do que espera com fundamento....


    iludir | v. tr. | v. pron.

    Enganar....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?