Pesquisa nas Definições por:

    ladearmos-mos

    banhado | adj. | n. m.

    Que tomou banho; que se banhou....


    xelma | n. f.

    Espécie de sebe com que se ladeia o tabuleiro de um carro para amparar a carga....


    pilone | n. m.

    Grande pórtico dos templos egípcios, em forma de pirâmide truncada, que ladeia a porta de entrada....


    capistrana | n. f.

    Pavimento feito com uma faixa de grandes lajes de pedra no centro da rua, geralmente ladeada de pavimento com seixos ou lajes mais pequenas....


    pilão | n. m.

    Grande pórtico dos templos egípcios, em forma de pirâmide truncada, que ladeia a porta de entrada....


    berma | n. f.

    Espaço que medeia entre a muralha e o fosso....


    tourada | n. f.

    Manada de touros....


    macla | n. f.

    Grupo de cristais cada um deles invertido relativamente aos que ladeiam....


    passeio | n. m.

    Ato ou efeito de passear ou de percorrer uma extensão de caminho por distração ou para fazer exercício....


    desladeiro | n. m.

    Direção transversal na encosta....


    deladeiro | n. m.

    Direção transversal na encosta....


    beirar | v. tr.

    Ir pela margem ou pela beira de (ex.: seguia, beirando perigosamente o precipício)....


    bordejar | v. intr. | v. tr.

    Navegar, mudando de rumo frequentemente, consoante a direção do vento....


    emparedar | v. tr. | v. pron.

    Meter entre paredes....


    ladear | v. tr. | v. intr.

    Ir ou estar ao lado de....


    corrida | n. f. | n. f. pl.

    Ato de correr....



    Dúvidas linguísticas


    Estive a fazer uma pesquisa e não percebo o porquê dos sufixos -ção e -são. Porque é que é compreensão e não compreenção? Porque é que é atenção e não atensão? Do que procurei cheguei à expressão sufixos nominalizadores, mas não consegui obter resposta.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.