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    jactaste

    repuxo | n. m.

    Ação ou efeito de repuxar....


    jet lag | n. m.

    Conjunto de alterações físicas ou psíquicas resultantes de uma viagem longa de avião através de vários fusos horários....


    jet set | n. m.

    Conjunto de personalidades que constituem um meio rico e internacional habituado a viagens em jato....


    avião | n. m.

    Aparelho de navegação aérea mais pesado que o ar, munido de asas e de um motor a hélices ou a reação....


    chuveiro | n. m.

    Chuva repentina e passageira....


    clarão | n. m.

    Cor afogueada que se vê no ar devido a um fogo intenso....


    ejetor | n. m.

    Aparelho para fazer sair água de um reservatório....


    pisseta | n. f.

    Recipiente usado em laboratório para armazenar líquidos, sobretudo água destilada, dotado geralmente de um tubo que permite fazer sair o líquido em jato....


    afusão | n. f.

    Jato de água vertido de pouca altura numa parte do corpo, para ali determinar súbita alteração termométrica....


    cachão | n. m.

    Conjunto de bolhas da água fervente....


    spray | n. m.

    Jato obtido com uma bomba de líquido sobre pressão (ex.: spray de água)....


    esguicho | n. m.

    Ato ou efeito de esguichar....


    edutor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que eduz ou retira de algo....


    galão | n. m.

    Medida de capacidade para sólidos e líquidos, usada em países anglo-saxónicos com equivalências variáveis....


    esguichadela | n. f.

    Jato (de líquido) que sai com força....


    arrear | v. tr. | v. pron.

    Pôr os arreios ou o aparelho a....


    engalar | v. intr. | v. pron.

    Levantar (o cavalo) o pescoço, arqueando-o para o peito....



    Dúvidas linguísticas


    Procuro uma palavra que poderá significar "capacidade de difundir" a que chamei difusividade, termo que me advém do inglês difusivity. Não encontrei qualquer entrada no dicionário, nem nas perguntas frequentes.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?