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    Pesquisa nas Definições por:

    Inflame-mo

    aceso | adj.

    Inflamado, que se acendeu....


    amorfo | adj.

    Que não tem forma determinada....


    Que se inflama espontaneamente ao contacto do ar....


    subagudo | adj.

    Ligeiramente agudo, entre agudo e crónico (ex.: doença subaguda; inflamação subaguda)....


    Relativo a arterite, inflamação arterial....


    -ite | suf.

    Indica inflamação (ex.: faringite; otite)....


    aréola | n. f.

    Pequeno canteiro para flores....


    barbelões | n. m. pl.

    Excrescência ou inflamação na língua do gado cavalar e bovino....


    defluxão | n. f.

    Ato ou efeito de defluir....


    defluxo | n. m.

    Inflamação catarral da membrana mucosa das fossas nasais, com corrimento de humor aquoso....


    exocardite | n. f.

    Inflamação da membrana que reveste o coração....


    funiculite | n. f.

    Inflamação do cordão espermático....


    furúnculo | n. m.

    Tumor pequeno e duro que se forma na pele, acompanhado de inflamação e dor....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?