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    Pesquisa nas Definições por:

    Incham-te

    assoprado | adj.

    Insuflado, inchado, vaidoso, enfatuado....


    Que faz papos; que tem dobras ou pregas (ex.: pescoço empapuçado)....


    peiú | adj. 2 g.

    Inchado....


    túmido | adj.

    Que aumentou em volume....


    túrgido | adj.

    Dilatado por efeito dos humores que encerra....


    distendido | adj.

    Que se distendeu ou sofreu distensão....


    Que se intumesceu; que aumentou em volume....


    tufado | adj.

    Que se tufou ou inchou; cujo volume aumentou (ex.: passava um barco de velas tufadas)....


    pregnante | adj. 2 g.

    Que causa uma impressão forte (ex.: intervenção pregnante)....


    calceolária | n. f.

    Designação comum a várias plantas ornamentais da família das escrofulariáceas, cujas flores apresentam uma corola bilabiada inchada que lembra a forma de uma sapatilha....


    chaveira | n. f.

    Doença (inchação) no pescoço dos porcos....


    turgor | n. m.

    Estado de túrgido....




    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?