Pesquisa nas Definições por:

    glosaria

    outeiro | n. m.

    Elevação de terreno....


    colcheia | n. f.

    Nota que vale metade da semínima....


    grosa | n. f.

    Doze dúzias....


    textualista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou pessoa que só atende à letra do texto, desprezando os intuitos do autor respetivo ou quaisquer glosas ou comentários....


    glosador | adj. n. m.

    Que ou aquele que glosa....


    grosar | v. tr.

    Desbastar ou alisar com grosa....


    glosa | n. f.

    Breve interpretação de um texto....


    glossa | n. f.

    O mesmo que glosa....


    motejar | v. tr. | v. intr.

    Dizer motejos....


    antígrafo | n. m.

    Sinal convencional para distinguir as palavras do texto que se vai glosando ou como separador de notas....


    volta | n. f. | n. f. pl.

    Ato de regressar a um lugar de onde se partiu....



    Dúvidas linguísticas


    Procurei em todos os lugares possíveis e não encontrei.. Como se chama a pessoa que tem criação de minhocas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?