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    gastardes-mas

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    despeso | adj.

    Falto de alguma coisa; diminuído; desembolsado, magro; gasto; despendido....


    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    dondo | adj.

    Gasto; puído; macio pela ação do tempero....


    estafado | adj.

    Que se estafou; que não tem forças....


    guardonho | adj.

    Que é muito apegado ao dinheiro ou que gasta pouco....


    impróvido | adj.

    Que não mostra providência ou prudência....


    lasso | adj.

    Não apertado ou com folga....


    isento | adj.

    Desobrigado....


    manirroto | adj.

    Que dá ou gasta tudo quanto tem....


    mirrado | adj.

    Seco; definhado....


    obsoleto | adj.

    Caído em desuso; que já não se usa....




    Dúvidas linguísticas


    A palara correta é calzone ou galzone?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?