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    Pesquisa nas Definições por:

    GASTAM-MOS

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    despeso | adj.

    Falto de alguma coisa; diminuído; desembolsado, magro; gasto; despendido....


    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    dondo | adj.

    Gasto; puído; macio pela ação do tempero....


    estafado | adj.

    Que se estafou; que não tem forças....


    guardonho | adj.

    Que é muito apegado ao dinheiro ou que gasta pouco....


    impróvido | adj.

    Que não mostra providência ou prudência....


    lasso | adj.

    Não apertado ou com folga....


    isento | adj.

    Desobrigado....


    manirroto | adj.

    Que dá ou gasta tudo quanto tem....


    mirrado | adj.

    Seco; definhado....


    obsoleto | adj.

    Caído em desuso; que já não se usa....




    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.