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    Fugi-mo

    Que está fora deste mundo; que foge do mundo....


    fugaz | adj. 2 g.

    Que foge com rapidez....


    fugiente | adj. 2 g.

    Que foge; que se afasta; que se vai perdendo de vista....


    víspere | interj.

    Expressão usada para mandar retirar, sair ou afastar-se....


    fugidio | adj.

    O mesmo que fugidiço....


    Final de um verso de Virgílio que nos adverte de que o tempo que passa não volta mais, e de que o não devemos desperdiçar em futilidades....


    debatidura | n. f.

    Ato de se debater, para fugir (falando-se de aves presas)....


    furtadela | n. f.

    Movimento do corpo quando foge a um ataque....


    mutuca | n. f. | n. m.

    Espécie de moscardo grande que persegue os gados....


    alçado | adj. | n. m.

    Que se alçou ou levantou (ex.: o lateral entrou de pé alçado na jogada)....


    chuto | n. m.

    Pontapé ou impulso forte com o pé na bola (ex.: concluiu a jogada com um chuto potente, sem hipóteses para o guarda-redes)....


    corrido | adj. | n. m.

    Que correu ou que se correu....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.