Pesquisa nas Definições por:

    forninhos

    Em que se faz a cremação (forno)....


    Relativo a pirólise (ex.: forno pirolítico, limpeza pirolítica)....


    chamuscada | n. f.

    Bolo de massa mal levedada que se cresta à porta do forno enquanto este arde....


    escovalho | n. m.

    Rodilha molhada, presa na extremidade de um pau, para varrer no forno as últimas cinzas....


    mussaca | n. f.

    Prato de origem turca, confecionado no forno, geralmente com beringela, carne picada e tomate....


    ramequim | n. m.

    Pequeno recipiente de cerâmica, utilizado para cozedura no forno....


    bagel | n. m.

    Pão pequeno com a forma de um aro, cuja massa é fervida e depois cozida no forno....


    assado | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que se assou....


    brelho | n. m.

    Fragmento de tijolo....


    carvoíço | n. m.

    Cinza dos fornos de cal, misturada com resíduos desta substância, que se utiliza no adubo das terras....


    ferraria | n. f.

    Fábrica de artefactos de ferro....


    gasogénio | n. m.

    Fornalha especial que queima incompletamente o combustível e na qual se geram os gases para os fornos de recuperação de calor onde são consumidos....


    recheio | n. m.

    Picado que se introduz nas aves ou carnes antes de irem para o forno....


    rodoiro | n. m.

    Vara comprida com que se espevita e deita a lenha no forno de cozer o pão....


    uva | n. f.

    O fruto da videira....


    queimadeiro | n. m.

    Lugar onde se acendiam as fogueiras para queimar os condenados....


    atiçador | adj. | n. m.

    Que atiça ou serve para atiçar....



    Dúvidas linguísticas


    Procurei em todos os lugares possíveis e não encontrei.. Como se chama a pessoa que tem criação de minhocas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?