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    foicemos-tos

    calagouça | n. f.

    Foice roçadoura, de cabo curto....


    calagouço | n. m.

    Foice roçadoura, de cabo mais comprido e volta mais fechada....


    falcata | n. f.

    Arma antiga formada de uma parte encimada por uma espécie de foice ou podão....


    galapo | n. m. | n. m. pl.

    Almofada ou coxim da sala....


    fouçada | n. f.

    O mesmo que foiçada....


    morte | n. f.

    Ato de morrer....


    caleira | n. f.

    Pedaço de couro usado pelos ceifeiros para resguardar a mão que não tem a foice, geralmente a esquerda....


    fouce | n. f.

    O mesmo que foice....


    foicinhão | n. m.

    Grande foice para serrotar palha....


    poda | n. f.

    Foice para podar....


    retraço | n. m.

    O que está cortado muito miúdo....


    drepanócito | n. m.

    Glóbulo vermelho com forma de foice, característico da drepanocitose, que contém uma hemoglobina anormal....


    segadeira | n. f.

    Espécie de foice grande....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?