PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    Encabando-Vos

    encavar | v. tr.

    Meter o ferrão ou cabo de ferramenta no olho do alvado....


    encabar | v. tr.

    Meter no aro ou alvado o cabo de....


    encabadouro | n. m.

    Abertura em que entra o cabo de qualquer instrumento ou utensílio de metal....


    mangar | v. tr. e intr.

    Fingir seriedade, mentir por brincadeira (ex.: ela só pode está a mangar comigo; eles são uns brincalhões, estão sempre a mangar)....


    garabanho | n. m.

    Balde de lata ou de cortiça, encabado num pau, a fim de tirar água dos poços para rega....


    garabano | n. m.

    Balde de lata ou de cortiça, encabado num pau, a fim de tirar água dos poços para rega....


    grabano | n. m.

    Balde de lata ou de cortiça, encabado num pau, usado para tirar água dos poços para rega....


    gravano | n. m.

    Balde de lata ou de cortiça, encabado num pau, usado para tirar água dos poços para rega....


    faca | n. f.

    Instrumento cortante, formado de uma lâmina e de um cabo....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?