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    Pesquisa nas Definições por:

    EXAMINARDES-LHAS

    -scópio | elem. de comp.

    Exprime a noção de instrumento de observação (ex.: microscópio)....


    -scopia | elem. de comp.

    Exprime a noção de observação (ex.: necroscopia)....


    inspetivo | adj.

    Relativo a inspeção ou ao ato de inspecionar (ex.: ação inspetiva; processo inspetivo)....


    delgado | adj. | n. m.

    Que tem pouca grossura....


    empeladouro | n. m.

    Pedra larga e polida em que se examina a pela (nas olarias)....


    Iluminação interna das cavidades naturais do corpo, para se lhes examinarem os tecidos....


    otoscópio | n. m.

    Instrumento para examinar o canal auditivo....


    pelagoscopia | n. f.

    Arte de examinar o fundo das águas....


    Tribunal da Cúria romana onde se examinam os casos reservados ao papa e se expedem, em nome deste, bulas, dispensas, etc....


    escopia | n. f.

    O mesmo que radioscopia....


    Ato ou efeito de examinar(-se) novamente; nova examinação (ex.: as partes concordaram com o pedido de reexaminação da patente)....


    angioscópio | n. m.

    Instrumento para examinar os vasos capilares....


    Instrumento com o auxílio do qual se examinam as contrações cardíacas....


    comité | n. m.

    Reunião de membros escolhidos numa assembleia, numa sociedade, a fim de examinar certos assuntos....


    Instrumento destinado a examinar o comprimento das faíscas elétricas....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    No âmbito do meu trabalho surgiu-me uma dúvida na aplicação do Novo Acordo Ortográfico. Agradecia que me ajudassem. Segundo as regras a palavra “Egipto” deveria manter-se como tal pois o “p” sempre se leu, correto? A minha dúvida é que há vários meios de comunicação a falar “Egito” mas depois mantêm palavras com “Egípcios”, etc. Outra possibilidade é que na palavra em questão seja aceite a dupla grafia, mas mesmo assim seria o mais correto mantermos o “Egipto”, não?