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    esmaeceste-mos

    botar | v. tr. e intr.

    Tirar ou perder a cor ou a vivacidade....


    debotar | v. tr. e intr.

    Tirar ou perder a cor....


    desbotar | v. tr. e intr.

    Tirar ou perder a cor....


    desmaiar | v. intr. | v. tr. e pron.

    Perder a consciência durante um curto período de tempo; perder os sentidos....


    esmaecer | v. intr. e pron.

    Perder a cor....


    esmaecente | adj. 2 g.

    Que esmaece ou ajuda a esmaecer (ex.: azul esmaecente; luz esmaecente; névoa esmaecente)....


    morto | adj. n. m. | adj.

    Que ou o que morreu; que ou aquele que deixou de ter vida....



    Dúvidas linguísticas


    Por gentileza, gostaria de pedir a retirada dos comentários sobre o sexo forte e o fraco que consta na definição da palavra sexo. Justifico o meu pedido dizendo que as frases parecem machistas, depreciativa no caso feminino, e é um equívoco dizer que o sexo feminino é fraco ou frágil.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?