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    Pesquisa nas Definições por:

    ESFREGARMOS-TOS

    fricativo | adj.

    Que fricciona, que esfrega....


    Diz-se de duas pessoas que se dirigem mutuamente exagerados elogios....


    sarrada | n. f.

    Ato ou efeito de sarrar....


    bolhelho | n. m.

    Bolo comprido e roliço....


    brusqueta | n. f.

    Fatia de pão torrado, esfregada com alho e condimentada com azeite e outros ingredientes (ex.: brusqueta de tomate)....


    pegação | n. f.

    Ato ou efeito de pegar....


    frotagem | n. f.

    Técnica artística em que uma ferramenta de desenho é friccionada sobre um objeto ou superfície irregular que está por baixo do papel ou de outro suporte, de modo a reproduzir graficamente uma textura....


    esfregado | adj. | n. m.

    Que se esfregou....


    esfregão | n. m.

    Pano, rodilha ou esponja com que se esfrega....


    esfregona | n. f.

    Utensílio feito de tiras de pano presas na extremidade de um cabo, usado, depois de humedecido, para esfregar ou lavar o chão. (Equivalente no português do Brasil: esfregão.)...


    fricção | n. f.

    Atrito de dois corpos que se esfregam....


    sarabanda | n. f.

    Antiga dança popular de origem espanhola, de andamento rápido, com meneios desenvoltos e enérgicos, acompanhada por castanholas, surgida no século XVI....


    esfregaço | n. m.

    Amostra disposta em lamela e destinada a análise microscópica (ex.: esfregaço bacterioscópico; esfregaço vaginal)....


    esculacho | n. m.

    Ato ou efeito de esculachar....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?