Pesquisa nas Definições por:

    entregaras-nos

    ao | contr.

    Contração da preposição a e do artigo ou pronome o (ex.: entregou a mercadoria ao cliente; deu um beijo à avó; deixou um aviso aos mais destemidos; vamos às compras?)....


    Em condições de ser entregue; que se deve restituir....


    entregue | adj. 2 g.

    Que se entregou....


    pago | adj.

    Que se pagou....


    tardio | adj.

    Que acontece depois do tempo previsto, esperado ou considerado certo (ex.: entrega tardia)....


    De modo inteiro, completo ou total (ex.: a responsabilidade é inteiramente nossa)....


    quitativo | adj.

    Relativo a quitação ou que serve para fazer quitação (ex.: entrega quitativa, processo quitativo)....


    A coisa furtada (ex.: entregou a res furtiva a um comparsa, que a retirou do local do delito)....


    Palavras proféticas e fatídicas que mão invisível escreveu nas paredes da sala em que Baltasar se entregava à sua última orgia, ao mesmo tempo que Ciro entrava na Babilónia....


    Divisa do cidadão que serve o seu país em tempo de guerra, pegando em armas, e no tempo de paz entregando-se à agricultura....


    bebedolas | n. 2 g. 2 núm.

    Pessoa que se entrega à bebedeira....


    futuro | adj. | n. m.

    Que há de ser, há de acontecer ou há de vir (ex.: acontecimentos futuros; gerações futuras)....


    sabendas | n. f. pl.

    Usado na locução adverbial a sabendas....


    simpósio | n. m.

    Conjunto de trabalhos relacionados com o mesmo assunto e de autores diferentes....


    pago | n. m.

    O que se entrega ou recebe por um bem ou serviço....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?