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    Pesquisa nas Definições por:

    ENGARRAFARA-MOS

    champanhesa | n. f.

    Tipo de garrafa robusta, de bojo largo, tradicionalmente usado no engarrafamento do vinho de Champanhe e em outros espumantes....


    renana | n. f.

    Tipo de garrafa alta e de bojo estreito, tradicionalmente usado no engarrafamento do vinho da região do Reno....


    alsaciana | n. f.

    Tipo de garrafa alta e de bojo estreito, tradicionalmente usado no engarrafamento do vinho da região da Alsácia....


    bordalesa | adj. f. n. f.

    Diz-se de ou garrafa de ombros acentuados, tradicionalmente usada no engarrafamento do vinho de Bordéus....


    borgonhesa | adj. f. n. f.

    Diz-se de ou garrafa de bojo largo e pescoço gradualmente mais estreito em relação ao bojo, tradicionalmente usada no engarrafamento do vinho da Borgonha....


    tara | n. f.

    Peso de recipiente ou continente vazio, sem o produto que pode conter (ex.: para obter o peso real da mercadoria, é preciso deduzir a tara do peso bruto)....


    frasqueira | n. f. | adj. 2 g. 2 núm. n. m.

    Caixa com compartimentos para meter garrafas ou frascos....


    tranqueira | n. f.

    Abertura na parede para meter os extremos da tranca....


    enfrascar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Meter em frascos....


    espírito | n. m.

    Coisa incognoscível e imaterial que anima o ser vivo....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?