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    Pesquisa nas Definições por:

    ENGANAREM

    circunduto | adj.

    Diz-se da citação julgada nula....


    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    deluso | adj.

    Que foi enganado....


    Que reconhece o seu antigo erro....


    falaz | adj. 2 g.

    Que engana ou ilude (ex.: argumento falaz)....


    quão | adv. | conj.

    Indica grau ou intensidade, em frases interrogativas (ex.: quão dispendioso é?)....


    sagaz | adj. 2 g.

    Que denota perspicácia ou facilidade de compreensão; que é dotado de sagacidade....


    sarado | adj.

    Que sarou; que se encontra de boa saúde ou restabelecido....


    gatado | adj.

    Que contém erro ou engano....


    Que serve para desviar a atenção do inimigo (ex.: ações diversionárias)....


    bona fide | loc.

    De boa fé (ex.: Proceder ou enganar-se, bona fide)....


    abusão | n. f.

    Erro vulgar de perceção....


    argo | n. m.

    Constelação austral, também chamada Navio. (Geralmente com inicial maiúscula.)...



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?