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    Pesquisa nas Definições por:

    DOBES-TOS

    meada | n. f.

    Porção de fios dobados....


    puidouro | n. m.

    Pano ou trapo dobrado pelo qual se passa o fio da meada que se está a dobar, impedindo-o de cortar a pele dos dedos....


    carilho | n. m.

    Antigo aparelho de fiar e dobar seda....


    rodete | n. f.

    Carrinho onde se doba o fio da meada de seda; rodeta....


    dobado | adj.

    Que se dobou....


    dobar | v. tr. | v. intr.

    Enovelar o fiado com ou sem dobadoura....


    ensarilhar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Dobar em sarilho....


    china | n. f.

    Caco ou pedrinha sobre que se doba para fazer novelo....


    chino | n. m.

    Pedrinha sobre que se doba....


    dobação | n. f.

    Ato ou efeito de dobar....


    dobadoira | n. f.

    Aparelho giratório em que se enfia a meada que se quer dobar....


    dobadoura | n. f.

    Aparelho giratório em que se enfia a meada que se quer dobar....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?