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    dissipou-mas

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    esvaecido | adj.

    Que se esvaeceu; desfeito; dissipado; enfraquecido; desanimado....


    Com o decorrer do tempo dissipam-se as paixões; equivalente a "nada cura como o tempo"....


    abstergente | adj. 2 g. | n. m.

    Que absterge ou limpa (ex.: enema abstergente)....


    devorismo | n. m.

    Gasto exagerado e sem justificação....


    largueza | n. f.

    Qualidade daquilo que é largo....


    ruína | n. f.

    Ato ou efeito de ruir....


    todo | quant. univ. pron. indef. | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Qualquer....


    absterger | v. tr.

    Limpar, desobstruir, purificar....


    destoldar | v. tr.

    Tirar o toldo ou tolda a....


    dissolver | v. tr. | v. pron.

    Diluir um corpo sólido, líquido ou gasoso num líquido....


    esbaldir | v. tr.

    Dissipar, esbanjar....


    esbalgir | v. tr.

    Esbanjar, dissipar....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de solicitar o esclarecimento de uma dúvida: qual o plural de desvio padrão?


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.