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    dissipamos

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    esvaecido | adj.

    Que se esvaeceu; desfeito; dissipado; enfraquecido; desanimado....


    Com o decorrer do tempo dissipam-se as paixões; equivalente a "nada cura como o tempo"....


    abstergente | adj. 2 g. | n. m.

    Que absterge ou limpa (ex.: enema abstergente)....


    devorismo | n. m.

    Gasto exagerado e sem justificação....


    largueza | n. f.

    Qualidade daquilo que é largo....


    ruína | n. f.

    Ato ou efeito de ruir....


    todo | quant. univ. pron. indef. | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Qualquer....


    absterger | v. tr.

    Limpar, desobstruir, purificar....


    destoldar | v. tr.

    Tirar o toldo ou tolda a....


    dissolver | v. tr. | v. pron.

    Diluir um corpo sólido, líquido ou gasoso num líquido....


    esbaldir | v. tr.

    Dissipar, esbanjar....


    esbalgir | v. tr.

    Esbanjar, dissipar....



    Dúvidas linguísticas


    Será que me poderiam ajudar a perceber qual é o origem etimológica mais provável da palavra (apelido) Malafaia?


    Ainda no contexto da palavra estória, gostaria de saber se é errado usar a palavra estória quando se fala de algo que aconteceu; por exemplo: "Queria contar-te uma estória que aconteceu comigo." ou "Queres que te conte a minha estória" (aqui referindo-se ao que se tem passado com a personagem nas últimas 24 horas). Espero não estar a ser chato com esta dúvida, mas a verdade é que, embora tenha gostado da vossa resposta anterior (é sempre bom ter um pouco de cultura), não fiquei muito esclarecido sobre o seu uso corrente, e se é erróneo ou não.