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    Pesquisa nas Definições por:

    DESPACHARMOS

    ou | conj.

    Indica alternativa ou opcionalidade (ex.: ver um filme ou ler um livro)....


    a quo | loc.

    Diz-se do juiz ou tribunal de cujo despacho ou sentença se recorre....


    ad quem | loc.

    Diz-se do juiz ou tribunal a que se recorre de despacho ou sentença de juiz inferior....


    decisório | adj.

    Que decide ou em que há decisão (ex.: momento decisório)....


    expediência | n. f.

    Expedição; desembaraço; atividade; despacho....


    juntada | n. f.

    Termo de junção num processo forense (ex.: o despacho determinou a juntada dos documentos)....


    atentado | n. m.

    Delito, particularmente o cometido contra o Estado ou uma autoridade....


    desembargo | n. m.

    Levantamento judicial de embargo....


    exequatur | n. m.

    Despacho com que um juiz manda cumprir uma sentença de outro tribunal....


    eito | n. m.

    Série de coisas na mesma direção....


    estiva | n. f.

    Acondicionamento cuidadoso da carga do porão do navio para a preservar da humidade, para a impedir de correr à banda, de ficar mal equilibrada, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?