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    Pesquisa nas Definições por:

    DEMOLHAVAS-TAS

    anoque | n. m.

    Tanque onde se curtem couros....


    infundice | n. f.

    Barrela feita de urina em que se demolhava a roupa muito suja, para depois se lavar mais facilmente....


    sora | n. f.

    Bebida usada pelos peruanos e composta de maís demolhado....


    infundiça | n. f.

    Barrela feita de urina em que se demolhava a roupa muito suja, para depois se lavar mais facilmente....


    aguadeiro | n. m. | adj.

    O que abastece, transporta ou vende água....


    casula | n. f.

    Vestimenta sem mangas nem gola que os sacerdotes põem sobre a alva e a estola....


    demolhar | v. tr.

    Mergulhar num líquido, geralmente para dessalgar ou para amolecer; pôr de molho (ex.: demolhar o bacalhau)....


    demolhado | adj.

    Que se demolhou (ex.: bacalhau demolhado)....


    remolhado | adj.

    Que se remolhou (ex.: bacalhau remolhado; roupa remolhada; tremoços remolhados)....


    remolhar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Molhar de novo....


    tiramisu | n. m.

    Doce de origem italiana, preparado com biscoitos compridos demolhados, ovos, açúcar e queijo cremoso....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.