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    consentiu-mas

    marcadouro | adj.

    Diz-se das peças de ouro ou de prata cuja liga consente serem marcadas pelo contraste....


    proibido | adj.

    Que não é autorizado (ex.: relacionamento proibido)....


    renuente | adj. 2 g.

    Que renui, recusa....


    Preceito do direito antigo que se aplica, na linguagem vulgar, quando alguém só responde com o silêncio ao que se lhe pergunta....


    Preceito do direito antigo que se aplica, na linguagem vulgar, quando alguém só responde com o silêncio ao que se lhe pergunta....


    Com o consentimento da pessoa a quem nos dirigimos....


    sim | adv. | n. m.

    Exprime afirmação, consentimento, anuência....


    artrodia | n. f.

    Articulação que consente o movimento em todos os sentidos....


    eutanásia | n. f.

    Morte sem dor nem sofrimento....


    poliamor | n. m.

    Relacionamento de cariz romântico e sexual que se estabelece simultaneamente entre vários parceiros, com conhecimento e consentimento de todos os envolvidos (ex.: o poliamor não deve ser confundido com a poligamia)....


    anuência | n. f.

    Ato ou efeito de anuir ou estar de acordo....


    beneplácito | n. m.

    Expressão de autorização ou consentimento (ex.: foi viajar com o beneplácito dos pais)....


    aprovação | n. f.

    Testemunho ou expressão de achar boa a prova dada....


    cabrão | n. m.

    Macho da cabra....


    burrana | n. m.

    Paspalhão, que consente tudo o que queiram fazer....


    consenso | n. m.

    Conformidade de juízos, opiniões ou sentimentos, relativamente a algo ou a alguém, por parte da maioria ou da totalidade dos membros de um conjunto de indivíduos (ex.: a votação do regulamento foi adiada por falta de consenso quanto ao texto final)....



    Dúvidas linguísticas


    Como se designa algo que escraviza? Os termos escravizante e escravizador não aparecem no dicionário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?