Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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permissão

permissãopermissão | n. f.
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per·mis·são per·mis·são


(latim permissio, -onis, entrega, licença)
nome feminino

1. Acto de permitir.

2. Licença.

3. Consentimento.

4. Concessão.

5. Faculdade, liberdade de fazer ou não fazer.

6. Figura oratória em que se deixa aos ouvintes ou adversários a decisão de alguma coisa.

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Dúvidas linguísticas


Lemur ou lémur? O animal de Madagáscar.
O animal de Madagáscar que refere está registado nos dicionários de língua portuguesa como lémure (lêmure, no português do Brasil).

Das formas mencionadas na pergunta, apenas a segunda, lémur (lêmur, no português do Brasil), se encontra registada em alguns dicionários, como, por exemplo, no Grande Dicionário da Língua Portuguesa, de António de Morais Silva. A grafia com -e final é a mais consensual por estar mais próxima do étimo latino lemures, lemurum, que significa “almas dos mortos”, “espectros”.




A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?
O verbo apelar pode ser intransitivo, isto é, admite uma construção sem complemento nominal obrigatório (ex.: O advogado apelou), ou transitivo indirecto, isto é, admite uma construção com um complemento nominal regido de preposição, que pode ser a, de ou para, consoante os contextos ou as acepções. A construção de apelar com a preposição de é usual no sentido que diz respeito a recurso de decisões ou sentenças (ex. O advogado apelou da sentença). As construções que parecem ser objecto de dúvida são aquelas em que se utiliza as preposições a ou para. Neste caso, ambas estão atestadas nos principais dicionários de língua e de regência verbais, sendo possíveis e correctas as construções O padre apelou aos crentes ou O padre apelou para os crentes. Esta construção pode ainda complicar-se como o exemplo apresentado sugere: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis.

Os dicionários e as gramáticas geralmente não se pronunciam sobre estas construções mais complexas, por haver dificuldade em descrevê-las ou designá-las. Neste caso, o complemento assinalado constitui um outro complemento indirecto que se articula com o primeiro. Do ponto de vista sintáctico, não parece existir motivo para a preposição não poder ser a mesma nos dois casos (ex.: O padre apelou aos crentes a se manterem fiéis.), mas para evitar ambiguidades ou dificuldades de percepção, a preposição deverá ser diferente. Se se entender que a construção é demasiado complexa, é possível simplificá-la apenas com um complemento indirecto, mantendo toda a informação semântica (ex.: O padre apelou a que os crentes se mantivessem fiéis ou O padre apelou para os crentes se manterem fiéis).

A construção que não respeita a regência do verbo é aquela em que existe um complemento directo, isto é, um complemento nominal não regido de preposição. Assim sendo, o exemplo *O padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina pode ser considerado agramatical, pois o verbo deve ter um complemento indirecto, logo o complemento destacado deverá ser introduzido por uma preposição: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis à doutrina.

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Palavra do dia

ou·tar ou·tar

- ConjugarConjugar

(latim opto, -are, optar)
verbo transitivo

1. Passar pela joeira (ex.: outar o trigo).

2. Passar pela peneira. = CIRANDAR, PENEIRAR

3. [Figurado]   [Figurado]  Separar duas coisas diferentes, geralmente o bom do mau.

4. [Figurado]   [Figurado]  Observar ou analisar com atenção. = ESQUADRINHAR, EXAMINAR


SinónimoSinônimo Geral: JOEIRAR, UTAR

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/permiss%C3%A3o [consultado em 16-09-2021]