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    CONFUNDAMOS-TAS

    envolto | adj.

    Envolvido; turvo; misturado....


    Diz-se do vegetal cujos dois cotilédones se acham reunidos e confundidos num só corpo....


    distinto | adj.

    Que não se pode confundir com outro....


    confusão | n. f.

    Ato ou efeito de confundir ou de se confundir....


    estenderete | n. m.

    Má figura que se faz discursando ou em atos escolares ou públicos....


    poliamor | n. m.

    Relacionamento de cariz romântico e sexual que se estabelece simultaneamente entre vários parceiros, com conhecimento e consentimento de todos os envolvidos (ex.: o poliamor não deve ser confundido com a poligamia)....


    quiralidade | n. f.

    Qualidade ou propriedade do que é quiral ou é dotado de assimetria e não se pode sobrepor à sua imagem especular, à qual não é idêntico e com a qual não se confunde (ex.: quiralidade molecular)....


    alho | n. m.

    Planta hortense liliácea, tipo da tribo liliácea....


    Tendência para confundir ou para misturar....


    confusionista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a confusionismo....


    diversório | adj. | n. m.

    Em que há diversão; que serve para distrair ou confundir (ex.: estratégia diversória)....


    grafo | n. m.

    Sistema de pares formados pela aplicação de um conjunto num segundo conjunto ou no mesmo conjunto. (Se os dois conjuntos forem o conjunto R dos números reais, o grafo é um sistema de pontos e confunde-se com a representação gráfica de uma função.)...


    amalgamar | v. tr. | v. pron.

    Fazer amálgama de....


    atomatar | v. tr.

    Tornar (alguém) vermelho como um tomate....


    baratinar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Causar ou sentir confusão....


    camuflar | v. tr. e pron.

    Colocar ou colocar-se sob aparência de outra coisa....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se é correcto dizer: deve trinta Euro ou deve trinta Euros. Na palavra Euro ('moeda') o E pode ser minúsculo?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?