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    calmarmos-lha

    calmo | adj.

    Que não se mexe....


    diante | adv. | prep.

    Defronte; em frente; à vista; em primeiro lugar; na sua presença....


    encalmado | adj.

    Afrontado de calma ou calor; encalmadiço....


    equânime | adj. 2 g.

    Que é constante, sereno ou imparcial; que tem ou revela equanimidade....


    estuante | adj. 2 g.

    Que estua ou fervilha....


    fácil | adj. 2 g. | adv.

    Que não custa a fazer; que se obtém ou se consegue sem grande trabalho (ex.: é fácil montar esse móvel; há instrumentos musicais mais fáceis de tocar)....


    iracundo | adj.

    Que demonstra um humor irascível ou é propenso à ira....


    ressereno | adj.

    Muito sereno; que readquiriu tranquilidade....


    sopitado | adj.

    Que caiu em sonolência....


    repousante | adj. 2 g.

    Que proporciona repouso, descanso ou tranquilidade....


    intimista | adj. 2 g.

    Relativo a intimismo....


    Que está agitado, perturbado (ex.: o cão ladrava desaustinado)....


    Que está agitado ou perturbado....


    calmante | adj. 2 g. | n. m.

    Que acalma....



    Dúvidas linguísticas


    No português europeu qual é a forma mais correcta das seguintes frases?
    Dúvida 1: Ele sabia como João se deixava convencer por Duarte. ou Ele sabia como João deixava-se convencer por Duarte.
    Dúvida 2: O governo nos leva à desgraça. ou O governo leva-nos à desgraça.
    Sendo possível que gramaticalmente estejam ambas correctas, decerto haverá uma forma mais aceite, ou não?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?