PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    AREJAVAM-TAS

    Instrumento cirúrgico composto de várias lancetas que obram simultaneamente na pele....


    cobogó | n. m.

    Peça de construção, feita geralmente de cimento, argila, gesso ou vidro, como um tijolo parcialmente vazado, destinada a permitir iluminação parcial e arejamento....


    aventamento | n. m.

    Defeito que os vinhos podem adquirir nas trasfegas, perdendo o aroma e sabor, por serem excessivamente arejados....


    enxova | n. f.

    Parte térrea ou lajeada da prisão, rente com a rua, ou abaixo do seu nível....


    enxovedo | n. m.

    Pessoa que se considera ter pouca inteligência....


    enxovia | n. f.

    Parte térrea ou lajeada da prisão, rente com a rua, ou abaixo do seu nível....


    lavado | adj. | n. m.

    Que se lavou....


    refusto | n. m.

    Calor incómodo do sol em lugares mal arejados....


    arejador | adj. n. m.

    Que ou o que areja....


    arejo | n. m.

    Ato ou efeito de arejar....


    aerar | v. tr.

    Expor ao ar (ex.: o silo permite aerar os grãos)....


    hiperventilar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Fazer circular grandes quantidades de ar para arejar....


    orear | v. tr.

    Arejar; expor ao ar (roupa húmida) para secar....


    bolor | n. m.

    Designação comum a várias espécies de fungos que se desenvolvem em ambientes com matéria orgânica húmida....


    atacarejo | n. m.

    Tipo de comércio ou de estabelecimento de grande superfície que combina o comércio por atacado com o comércio a retalho (ex.: lojas de atacarejo; rede de atacarejo)....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?